Espiritualidade

“A ação apostólica das Filhas da Caridade alimenta-se da contemplação a exemplo do Filho de Deus que, embora intimamente unido ao Pai, retirava-se muitas vezes para rezar. (…)

Os Fundadores lembram às Filhas da Caridade que elas não podem subsistir se não fizerem oração. Entretanto, quando as necessidades urgentes do próximo o exigem, devem saber deixar Deus contemplado na oração para reencontrá-lo no pobre” (Constituição 21).

A espiritualidade vicentina é um caminho de santidade. Seguindo os passos de São Vicente de Paulo e de Santa Luísa de Marillac, muitos homens e mulheres entregaram suas vidas a Deus no serviço de Cristo nos Pobres e assim, se santificaram.

 

Santa Catarin LaboureSanta Catarina de Labouré nasceu em Borgonha (França) a 2 de maio de 1806. Era a nona filha de uma família que, como tantas outras, sofria com as guerras napoleônicas.
Aos 9 anos de idade, com a morte da mãe, Catarina assumiu com empenho e maternidade a educação dos irmãos, até que ao findar desta sua missão, colocou-se a serviço do Bom Mestre, quando consagrou-se a Jesus na Congregação das Filhas da Caridade.
Aconteceu que, em 1830, sua vida se entrelaçou mais intimamente com os mistérios de Deus, pois a Virgem Maria começa a aparecer a Santa Catarina, a fim de enriquecer toda a Igreja e atingir o mundo com sua Imaculada Conceição, por isso descreveu Catarina:

“A Santíssima Virgem apareceu ao lado do altar, de pé, sobre um globo com o semblante de uma senhora de beleza indizível; de veste branca, manto azul, com as mãos elevadas até à cintura, sustentava um globo figurando o mundo encimado por uma cruzinha. A Senhora era toda rodeada de tal esplendor que era impossível fixá-la. O rosto radiante de claridade celestial conservava os olhos elevados ao céu, como para oferecer o globo a Deus. A Santíssima Virgem disse: Eis o símbolo das graças que derramo sobre todas as pessoas que mas pedem”.
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Santa Elizabeth Ann SetonIrmã Isabel Cristina Lins Brandão Veas

Qual radiante flor, com o perfume de uma inocência batismal ilibada, Teresa entra para o Carmelo de Lisieux e aí, seguindo a “Pequena Via”, realiza sua vocação.
Com Agostinho sucedeu algo bem diferente. Quando já adentrava a plena idade madura, após uma juventude de pecado, é visitado pela graça, converte-se e caminha a passos largos na virtude e na sabedoria.
Um e outro caso ilustram as diferentes circunstâncias nas quais Deus vai buscar alguns eleitos, e os caminhos “personalizados” que lhes traça. “Há diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum” (I Cor 12, 6-7).
Elizabeth Ann Seton foi colhida numa situação muito particular. De religião anglicana, casada com um rico comerciante e tendo cinco filhos, nada parecia indicar os elevados desígnios para os quais a Providência ia chamá-la. Mas de sua correspondência à graça dependeriam milhares de almas e, em certo sentido, um país inteiro.
E ela disse: “sim!”. Tomada de entusiasmo pela Presença Real de Nosso Senhor na Eucaristia, fez-se filha da Igreja Católica. Essa conversão transformaria não só sua vida, mas também a história do Catolicismo nos Estados Unidos. Dois séculos após seu nascimento, ela foi proclamada santa, sendo a primeira norte- americana elevada à honra dos altares.
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Santa Joana Antide Thouret Santa Joana Antida Thouret

Fundadora do Instituto das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo (1765-1828)
Joana Antida Thouret nasceu numa cidade chamada Sancey-le-Long, próxima de Besançon, na França, no dia 27 de novembro de 1765. Francisco e Cláudia eram seus pais, tiveram quatro filhos, e ela foi a primeira. Joana cresceu muito bonita. De natureza melancólica, tinha a saúde delicada, um caráter gentil e era muito caridosa. Desde a infância, manifestou sua vocação religiosa.
Aos 16 anos, sua mãe morreu. Ficou tão abalada, que só encontrou amparo na imensa devoção que dedicava à Virgem Maria. Assim, teve de assumir as responsabilidades da casa e da família, da qual cuidou com muito amor e determinação. Porém, a vocação falava mais alto no seu coração, que já havia entregue a Jesus. Chorou muito até que seu pai permitisse seu ingresso definitivo no convento. Tinha 22 anos de idade quando foi fazer seu noviciado no Convento das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris.
Naquela época, era normal a noviça ser submetida aos trabalhos pesados da comunidade. Assim foi com Joana, que, em função da mudança de clima e do grande esforço físico, acabou adoecendo gravemente. Temendo ser enviada de volta para a casa paterna, rezou muito pedindo a Deus que a curasse. Foi atendida por meio de uma dedicada enfermeira, que a tratou com medicação especial. Em 1788, recebeu o hábito religioso das vicentinas.
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São João Gabriel Perboyre São João Gabriel Perboyre

Sacerdote vicentino (1802-1840)
João Gabriel Perboyre nasceu em 5 de janeiro de 1802, em Mongesty, na diocese de Cahors, França, numa família de agricultores, numerosa e profundamente cristã. Foi o primeiro dos oito filhos do casal, sendo educado para seguir a profissão do pai.
Mas o menino era muito piedoso, demonstrando, desde a infância, sua vocação religiosa. Assim, aos 14 anos, junto com dois de seus irmãos, Luís e Tiago, decidiu seguir o exemplo do seu tio Jacques Perboyre, que era sacerdote. Ingressou na Congregação da missão fundada por são Vicente de Paulo para tornar-se um padre vicentino ou lazarista, como também são chamados os sacerdotes dessa Ordem. Depois, também, duas de suas irmãs ingressaram na Congregação das Filhas da Caridade. Uma outra irmã, logo após entrar para as carmelitas, adoeceu e morreu.
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São Francisco Régis Clet São João Gabriel Perboyre

Sacerdote vicentino (1802-1840)
João Gabriel Perboyre nasceu em 5 de janeiro de 1802, em Mongesty, na diocese de Cahors, França, numa família de agricultores, numerosa e profundamente cristã. Foi o primeiro dos oito filhos do casal, sendo educado para seguir a profissão do pai.
Mas o menino era muito piedoso, demonstrando, desde a infância, sua vocação religiosa. Assim, aos 14 anos, junto com dois de seus irmãos, Luís e Tiago, decidiu seguir o exemplo do seu tio Jacques Perboyre, que era sacerdote. Ingressou na Congregação da missão fundada por são Vicente de Paulo para tornar-se um padre vicentino ou lazarista, como também são chamados os sacerdotes dessa Ordem. Depois, também, duas de suas irmãs ingressaram na Congregação das Filhas da Caridade. Uma outra irmã, logo após entrar para as carmelitas, adoeceu e morreu.

São Justino de Jacobis São Justino de Jacobis, BISPO E MISSIONÁRIO na África. Um grande apóstolo entre os etíopes.

São Justino de Jacobis, que nasceu em San Fele, Itália, a 09 de outubro de 1800. Sua infância foi pobre, numa família humilde, da qual recebeu profunda educação cristã. Com 18 anos, entrou para a Congregação da Missão de São Vicente de Paulo onde, em 1820, emitiu os votos. A 12 de junho de 1824, foi ordenado padre. Depois de 15 anos trabalhando com missões, exercícios e direção espiritual, visitando os enfermos e os Pobres, fundando e acompanhando de perto associações de caridade, encarregando-se da formação e do cuidado dos seus Coirmãos, Padre Justino pediu para ser enviado às missões na África

No dia 24 de maio de 1839, foi enviado para a Abissínia. Depois de uma longa viagem, marcada por uma sucessão de acontecimentos inesperados, Justino de Jacobis chegou à Etiópia. Seu grande desafio era manter viva a fé daquele povo, purificando-a de heresias, de superstições e influências pagãs, judaicas e muçulmanas. Também a vida moral e sacramental dos fiéis preocupava Justino.
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Bem-aventurado Frederico Ozanan Bem-aventurado Frederico Ozanam

Fundou a Sociedade de São Vicente de Paulo (1813-1853)
Nascido na Itália, em 23 de abril de 1813, Antonio Frederico Ozanam viveu na França. Muito de sua vida de caridade e serviço aos pobres deve-se, particularmente, ao pai, João Antônio, um exemplo de caridade cristã, que era médico oficial do exército napoleônico e cuidava gratuitamente de pessoas humildes que não tinham como pagar pelos cuidados médicos.
Frederico foi estudar direito e letras na Universidade de Sorbonne, em Paris, onde depois foi professor, mas a sua paixão era o estudo de religião comparada, nas horas vagas. Nessa época, havia se hospedado na casa de André-Marie Ampère, o famoso estudioso da eletrodinâmica. Contagiado pela fé do amigo e orientado pelo seu confessor, o abade Noirot, envolveu-se com jovens intelectuais cristãos numa época onde o clericalismo ortodoxo estava sendo duramente combatido em toda a Europa.
Defensor da fé, empolgante orador, excelente escritor e precioso professor, Frederico não estava satisfeito em apenas praticar o cristianismo intelectual. Entendia que era necessário fundamentar essa fé no exercício de uma obra de caridade, pois assim ela se justificaria. Então, voltou-se para os pobres e norteou a sua vida no sentido de servi-los, a exemplo de seu pai e dos ensinamentos de Jesus Cristo.
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Bem-aventurada Rosalie Rendu Rosalie Rendu – conheça mais sobre a beata vicentina
Já ouviu falar em Família Vicentina? Ela é formada por Ramos que têm como base o trabalho caritativo, inspirado em São Vicente de Paulo. Dentre eles, estão a Sociedade de São Vicente de Paulo, Congregaçáo da Missão (dos padres Lazaristas) e as Filhas da Caridade (das Irmãs Vicentinas). E amanhã (7) é o dia de celebrar uma delas: a bem-aventurada Rosalie Rendu.Vale ressaltar que a Irmã exerceu importante papel na orientação espiritual do beato Antonio Frederico Ozanam, na fundação da SSVP.Conheça mais sobre a beata vicentina por meio de um artigo do padre Maloney (da Congregação da Missão-CM): Cinco Rostos de Rosalie Rendu
Rosalie Rendu era uma mulher extraordinária. Embora as numerosas biografias escritas a seu respeito sejam pobres em qualidade, o vigor, a criatividade, a coragem, a fidelidade de Rosalie brilham nos relatos daqueles que a conheceram. Bem antes de sua morte, já era célebre. Uma multidão imensa, estimada entre quarenta a cinquenta mil pessoas de todas as categorias sociais, afluíram aos seus funerais, em 9 de fevereiro de 1856. Por isso, permitam-me apresentar-lhes cinco rostos de Rosalie Rendu.
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Bem-aventurada Lindalva Justo de Oliveira Lindalva Justo de Oliveira nasceu em 20 de outubro de 1953, no Sítio Malhada da Areia, município de Assu, no vale do rio Açu, Rio Grande do Norte.

Seu pai, o agricultor João Justo da Fé, ficou viúvo e casou-se com Maria Lúcia de Oliveira. Lindalva foi a sexta filha do casal, que teve 13 filhos. Foi batizada em 7 de janeiro de 1954, na Capela de Olho d’Água, da Paróquia de São João Batista.

Em 1961, a família mudou-se para a sede do município de Assu. Posteriormente, Lindalva seguiu para Natal onde foi morar com um irmão. Lá ela concluiu o ensino médio, em 1979. Trabalhou, então, em lojas, enviava parte do salário para a família e costumava visitar casas de idosos depois do trabalho.

Em 1982, enquanto cuidava se seu pai, que tinha câncer, Lindalva decidiu dedicar sua vida para servir aos pobres. Começou, então, a fazer um curso de enfermagem e também aprendia a tocar violão.

Em 1986, ela participou do movimento vocacional das Filhas de Caridade. Em 1988, iniciou o postulantado (estágio preparatório ao noviciado), em Recife.

Em 1989, Lindalva entrou para o seminário das Filhas de Caridade de São Vicente de Paulo, na Província do Recife. Em 1991, foi enviada em missão para o Abrigo Dom Pedro II, em Salvador, encarregada de cuidar de 40 idosos, no setor masculino. Tratava a todos com simpatia e disposição de ajudar.
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 Bem-aventurada Giuseppina Nicoli Irmã Giuseppina Nicoli desembarcou em Cagliari no dia 1º de janeiro de 1885, com apenas 21 anos. Em poucos meses ela havia decidido deixar sua família para entrar no Seminário das Filhas da Caridade: Cristo a atraía de uma maneira fulgurante.

     Nasceu no dia 18 de novembro de 1863 na aldeia de Casatisma, na periferia de Pavia. Seu pai era Juiz e sua mãe, filha de advogado. A quinta dos dez filhos, Giuseppina era amada de todos: sua doçura era um dom natural. Ela obteve o diploma de Professora com o secreto desejo de se dedicar à educação das crianças pobres para com as quais tinha uma afeição natural.
Irmã Nicoli engajou-se com entusiasmo em sua nova missão em Sardenha. Ela fora designada para dar aula às meninas do Instituto da Providência, mas sua atividade não se limitou apenas à educação. Embora sua saúde frágil, ela não se poupa e aos 30 anos teve seu primeiro problema de tuberculose pulmonar que a consumirá até sua morte.
Em 1899, ela foi nomeada Superiora do Orfanato de Sassari. Lá, sua vitalidade feminina amadurecida pela experiência se desenvolve. Ela dá um novo impulso à Associação das Filhas de Maria; Reúne as Damas da Caridade e as orienta no serviço dos pobres, anima os cursos de catecismo reunindo todo domingo quase 800 crianças, meninos e meninas e, sobretudo, restabelece a Escola de Religião para os jovens Universitários, a fim de prepará-los a serem bons educadores penetrados de Fé.
Em 1910, Irmã Giuseppina, nomeada Ecônoma Provincial, deixa Sassari por Turim; Dezoito meses depois, é escolhida como Diretora do Seminário das Filhas da Caridade.

Bem-aventurada Marta Wiecka Marta Anna nasceu a 12 de janeiro de 1874, em Nowy Wieck, Polônia, da nobre e distinta família dos Wiecka. Embora sua família vivesse em um ambiente predominantemente protestante, Marta foi educada na fé católica e aprendeu de sua mãe o amor a Deus e o desejo de conhecê-lo, bem como o interesse pela biografia dos santos. Quando, aos 15 anos, decidiu se consagrar ao Senhor, não hesitou em escolher a Companhia das Filhas da Caridade. Embora com uma boa impressão da jovem, a Irmã responsável lhe pediu que esperasse um pouco, dois anos na verdade, devido à sua inexperiência e ao fato de que o Seminário já não comportava um maior número de Irmãs. Marta, embora insatisfeita com aquela angustiante espera, teve mais tempo para discernir, com maior clareza, o chamado que o Senhor lhe havia feito. Tomou conhecimento de que sua amiga Mônica Gdaniec, apenas dois anos mais velha, desejava tornar-se Filha da Caridade, mas também a esta foi pedido que aguardasse um pouco, visto que o Seminário não dispunha de espaço para receber novas Irmãs. Unidas pelo mesmo ideal de consagração ao Senhor e aos Pobres, as duas amigas dirigiram-se à Casa Provincial de Cracóvia e conseguiram ser acolhidas no Seminário daquela Província. Superados os primeiros obstáculos, as duas jovens partiram, enfrentando uma penosa viagem de dois dias. Era o dia 25 de abril de 1892. Marta tinha apenas 18 anos e sua amiga, Mônica, 20.
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Mártires de AngersMártires de Angers 
Primeiro sábado de fevereiro 1794, na pequena cidade de Angers, França, duas Filhas da Caridade Irmã Maria e Irmã Ana Odilia Vaillot Baumgarten, percorrer um longo comboio. São 398 pessoas, a maioria mulheres. Eles estão ligados em pares a uma corda central e vigiado por policiais. Eles avançam em direção ao campo, onde serão executados. Sabemos que esta história!

Em 1639 as Filhas da Caridade estabelecida no Hospital de Angers. Em 1792, a proclamação da República da França, o Superior Geral fez saber ao decreto da Companhia abolição de todas as corporações eclesiásticas. Elogiou as irmãs “não deixar o serviço dos pobres, se eles não são obrigados a fazê-lo… para continuar a serviço dos pobres préstense você tudo o que, honestamente, eles podem exigir, nas circunstâncias actuais, desde que não tem nada contra a religião, a igreja e consciência “.

Em setembro deste ano, o rigor da perseguição é fazer isso no Hospital de Angers. O objectivo era que as irmãs fazem o juramento de fidelidade a uma nova organização civil, onde a igreja caiu sob o Estado.
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Mártires de Arras Mártires de Arras
Maria Madalena Fontaine e três companheiros: Maria Francisca Lanel, Teresa Magdalena Fantou e Joan Gerard são conhecidos como os Mártires de Cambrai, para lá morreram vítimas da Revolução Francesa, a 26 de junho de 1794, durante o exercício de sua missão de servir os pobres.Quando a Revolução Francesa começou na Casa de Arras, França, as Filhas da Caridade não foram dedicados à educação das meninas pobres, visitas domiciliares e cuidado dos doentes. Eles estão participando farmácia, tornando-se famosa pela eficiência com que preparou o medicamento. A comunidade consistia em sete irmãs. Irmã Madalena Fontaine era o superior.A Revolução Francesa não só marcou profundamente a história da França, mas de todo o mundo. Pela Constituição Civil do Clero eles queriam atacar a Igreja como tal profundamente ferido a consciência cristã.Em 1789, a propriedade da igreja foi confiscada, no ano seguinte declarados nulos os votos religiosos e congregações religiosas foram suprimidas .. Em 1792, a Assembléia Legislativa imposta para todos os clérigos e juramento religioso que levaram o cisma na Igreja da França, separando-a da Igreja Universal.
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Bem-Aventurado Pedro Jorge FrassatiPedro Jorge Frassati
Verdadeiro brincalhão, apelidado de “Robespierre” por seus amigos, com quem formou a associação denominada “Tipi Loschi”, os tipos de arruaceiros. Frassati foi um amigo dos pobres e via neles o Cristo. São especialmente os jovens, que, em sua busca por um modelo, encontram alguém com quem se identificar. Pedro Jorge fez de sua curta vida uma “aventura maravilhosa”.

Pedro Jorge Frassati nasceu em Turim, Itália, em 6 de abril de 1901. Sua mãe, Adelaide Ametis, era pintora. Seu pai, Alfredo, agnóstico, foi fundador e diretor do jornal liberal “La Stampa”. Homem influente entre os políticos italianos, desempenhou também os cargos de Senador e Embaixador da Itália na Alemanha.

Pedro Jorge estudou em casa antes de ingressar em uma escola estatal junto com sua irmã Luciana, posteriormente freqüentou uma escola dirigida por jesuítas. Ali se associou à Congregação Mariana e ao Apostolado de Oração, chegando a comungar diariamente.
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